Anunciar em TV é caro! Será?
- publicriando04

- 28 de out. de 2019
- 2 min de leitura

Por Camila Cristina Pineli
Quando se fala de veículo de comunicação é quase impossível não pensar em televisão, e não é para menos! Entre os anos de 70 e 80, enquanto vivia seu auge, a TV era o que havia de máximo em tecnologia de transmissão de conteúdos, aliando as imagens dos jornais e o som dos rádios em uma experiência totalmente imersiva que rapidamente conquistou o mercado. O resultado? Até hoje, em países de médio e alto desenvolvimento, a TV está presente em praticamente todos os lares, servindo como fonte de lazer, informação e entretenimento para toda a família.
No Brasil, a Rede Globo domina o cenário televisivo um alcance de mais de 200 milhões de espectadores diários e 122 emissoras afiliadas, das quais a TV TEM destaca-se como a maior, em disparado. E ninguém discute a Globo é, ainda hoje, uma grande influenciadora de ideias, opiniões e comportamentos de consumo, ditando tendências e modismos, ligada em milhares de lares, seja por meio do jornalismo de peso ou das novelas que se tornaram uma marca registrada do povo brasileiro.
Contudo, quando o assunto é a Publicidade televisiva, o assunto já é um pouco mais restrito. Para empresas de médio porte de nível local ou regional, a ideia de anunciar junto a emissoras já vem atrelada ao estigma de um custo absurdo, inegociável e que não se adequa à realidade financeira dos negócios, e por isso não é explorada de forma adequada pelos potenciais anunciantes.
Para auxiliar os futuros profissionais da Publicidade e Propaganda a uma compreensão mais aprofundada dos custos envolvidos na divulgação televisiva, os alunos Camila Pineli e Geovany Schiavon trazem ao Seminário de Mídias da Publicidade e Propaganda do UniSalesiano – Lins um estudo baseado nos valores e informações de alcance divulgados no kit mídia da TV TEM, bem como em análises de anunciantes da emissora em programas específicos.
E aí? Será que anunciar TV é tão caro quanto parece?


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